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terça-feira, 1 de junho de 2010




Revirando um álbum de família, deparei-me com uma crônica poética escrita em 1958. Foi como se uma brisa fresca saísse daquelas páginas amareladas. Fui possuído por uma sensação nostálgica de algo que não tinha vivido. Naquelas singelas palavras um pouco de bucolismo, lirismo, paixão e a narrativa de um paraíso perdido. Neste idílio ainda encontrei uma definição para o Guaíba; uma definição daquelas que somente os poetas conseguem fazer.

“Hoje eu revi o Guarujá! Sim! Revi aquele Guarujá alegre e acolhedor; aquele Guarujá que rescende perfume por todos os lados; aquele Guarujá que em cada cantinho, esconde uma beleza e uma beldade...

Aquele Guarujá em cujo céu a cada nesguinha que nossos olhos divisam é por si só uma poesia... Aquele Guarujá, cujas praias alvas são o protótipo, se não o próprio retrato do criador. Aquele Guarujá, em cujas terras vive, sonha e medita a mais linda de todas as fadas.

Aquele Guarujá, em cujos jardins encantados encontrei certo dia essa linda fada banhando-se nos raios dourados do sol ou nas águas serenas desse rio, que não é rio nem lago... Mas, sim um mar encantado de águas doces. ”


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